“De repente. Puf. Pronto, acabou.”
“Ontem, morri mais um pouquinho. Morri um ‘tiquinho’ quando tu me deixou, morria um ‘cadinho’ cada dia que passava e a gente não se falava e ontem foi o golpe de misericórdia. Ou só o golpe final, porque misericórdia não teve nenhuma! Agora caiu a ficha que seu Adeus era para sempre…”
“Amor não acaba, não. Seu cereal favorito acaba, seu shampoo acaba. Aula de espanhol chata acaba. Aquele seu desenho favorito, acaba. Filas acabam. O seu banho chega ao fim. Até aquele ódio pela menina que pegou o menino que você gostava, acaba. Mas o amor, esse não acaba, não. Ele esfria. Se torna monótono. Vira rotina. Mas acabar? Não, ele não acaba. Se acabou, isso ai que você sentia nunca foi amor.”
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André Vinícius. (via
velejo)